Deu no “Estadão”: Duplicidade de base de dados!!!

No último domingo, dia 08/11/2015, recebi duas edições do jornal O Estado de São Paulo.

A primeira já era esperada, devido a minha assinatura de 4 anos, mas a segunda era uma grande dúvida.

Será que era de outro apartamento e o porteiro entregou errado?

Ao olhar as diferenças entre os jornais, notei que eram capas promocionais distintas: uma  montadora de veículos estava comemorando 10 mil unidades produzidas no país e a outra, uma faculdade, estava promovendo seus cursos de mestrado.

Outra diferença que me chamou a atenção foi que esta última capa estava etiquetada com os dados de endereçamento desatualizados. De onde veio esta lista de nomes???

Desci à portaria para perguntar se aquilo estava correto, e se todo o prédio havia recebido a edição promocional. Com a afirmação do porteiro, veio também seu comentário sobre a entrega dos jornais: vieram em duas vãs diferentes, a primeira entregava o jornal dos assinantes e a segunda as edições promocionais.

Fiquei pensando se nem em tempos de crise econômica as empresas aplicam conceitos básicos de marketing direto, como cruzamento e deduplicação de bases.

Pior ainda é lembrar que durante muitos anos prestamos serviços para o conceituado jornal que trabalhava até com modelos estatísticos para prospecção de assinantes em função da área geográfica.

Aonde estas práticas foram parar??? Com certeza ficaram no tempo… Dados da vida real!

Pobre das Métricas de Dona Dilma!

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Pobre das Métricas de Dona Dilma!

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